
Demónimo e Zephryus
Nesta noite, segui a pé desde a trilha do oeste,
de dentro da terra, exprimia-se um vapor lânguido.
A neblina densa assustava Akopo,
e foi bem difícil acalma-lo.
Três cavaleiros do vento inromperam o caminho,
suas almas eram vis, policroísmo!
Armaduras musselines.
Criaturas malignas que perambulam na noite, presas a corrente de
Zephryus.
Akopo ameaçou disparar, mas não dava pra ver o caminho adiante
apenas uma cortina fria e branca que envolvia toda floresta.
Já não se via abaixo dos joelhos,
os pés mergulharam numa poça de névoa.
O branco entorno de nós dissolvia até nosso medo,
e provocava a negritude da noite.
Continuaremos andando em frente
até que enfim o dia nos alcance.
Um comentário:
26 de Maio de 2009...
Tempo demais para afastar-se (na minha singela opinião)...
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